domingo, 11 de março de 2012

Invasão Feminina na Urca

O evento que já virou tradição teve sua edição 2012. Mais de 200 escaladoras comemoraram o Dia Internacional da Mulher escalando simultaneamente diversas vias na Urca. Eu fui com a Gi e a gente escalou a Via Azul, no Paredão dos Coloridos. Quando chegamos lá encontramos duas cordadas do CEG (Centro Excursionista Guanabara) já na via. A primeira com a Lúcia e a Ana. Logo depois entraram na via a nossa amiga Ester Capela e a Tereza. Na sequência eu fui guiando a Gi.


Quando cheguei no final fotografei a Ester rapelando e passando ao lado da Gi escalando. A Lúcia, Ana e Tereza já estavam bem abaixo.


Depois fiz uns cliques da Gi subindo, com o visual típico das escaladas desta parede.




Depois começamos a descer, pois estava bem quente e estava na hora de ir tomar unas cervejas na praça...


No final todos se reuniram na praça para a foto oficial e as comemorações do evento. É muito legal ver como a escalada feminina cresce a cada dia no Rio.



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Pinheirinhos com os Pequenos


Carnaval em Petrópolis, resolvemos dar uma esticada nos Pinheirinhos, levando o Gabriel. O Jaci e a Ângela também foram e levaram a nossa afilhada Robertinha. O dia estava gostoso e nós comemos sanduiches e tomamos umas cervejinhas. Programa light depois da ralação do Monte Roraima.

Monte Roraima, último dia de trilha (continuação)

Levantei antes do dia nascer e desci para a margem do Rio Tök. O amanhecer foi lindo e a paisagem era uma moldura para o misterioso Monte Kukenan, um imenso Tepui que fica ao lado do Roraima.



O Monte Kukenan é uma montanha de acesso bem mais difícil que o Roraima, e as lendas que o cercam são mais soturnas. Os nativos o chamam de Matawi, algo com a morada dos espíritos maus ou, numa outra interpretação, um local para morrer. Uma montanha linda, misteriosa e quase inacessível.

Após contemplar o Kukenan, fui acordar a Gi para os preparativos da nossa partida. Depois da euforia do dia anterior, tinhamos que voltar à dura realidade e retomar a caminhada. Faltavam "apenas" 13km para a aldeia Parai-Tepuy. Como o caminho era largo e conhecido, cada um que foi acordando e montando a mochila partiu para a trilha sob sol forte. Assim, no nosso último dia, cada um fez sua jornada solitária com seus próprios pensamentos.


Mas o sol forte e o cansaço acumulado fez com que essa última jornada fosse bem dura. Na chegada à aldeia jogamos nossas mochilas no chão e fomos tomar cerveja. Tínhamos caminhado algo em torno de 90km nos oito dias do nosso trekking do Roraima. Depois da cerveja, demos presentes aos guias e uma gorgeta aos carregadores.

Fica o nosso agradecimento aos guias Leo Tarolla, Everaldo "Borracha" e Eduardo e também aos carregadores Pablo, Horácio, Ronaldo, Tadeu e vários outros do nosso e dos outros grupos (infelizmente não lembro todos os nomes) que tornaram nossa viagem muito mais rica em experiências. Ao Magno, da Roraima Adventures, fica o nosso abraço e o reconhecimento ao profissionalismo desta agência brasileira.

Da aldeia Parai-Tepuy seguimos de 4x4 até a cidade de San Francisco de Yuruaní, onde almoçamos num restaurante típico e pudemos comprar artesanato indígena. Essa foi a nossa última atividade com o grupo todo reunido, pois a partir daí cada um tinha um roteiro próprio de retorno.

Eu e Gi ainda ficamos uma noite em Santa Elena (com direito a muita cerveja Solera) e depois uma noite em Boa Vista, onde comemos uma Caldeirada de Tambaqui na margem do Rio Branco, na compania do Flávio, Eduardo e Alex Uchoa.

Nosso retorno ao Rio foi tranquilo.

Um grande abraço aos nossos companheiros dessa aventura: Flávio Varricchio, Léo Trota, Avelino, Marcelinho, Alex Uchoa, Monique Lellis e Alexandre.